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Sunday, January 5, 2014

A licitação do transporte público de Porto Alegre, postergada por décadas e prometida pelas autoridades para o final de 2013, só deve acontecer daqui a pelo menos três meses, segundo confirma o diretor–presidente da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) Vanderlei Capelari. Os motivos são os atrasos no lançamento do edital do metrô e o julgamento de itens do cálculo tarifário no Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul (TCE-RS).

“Março é quando a gente deve concluir dois pontos importantíssimos que é a questão do edital do metrô e é quando, acredito, que será feito o julgamento do Tribunal de Contas. São os dois itens que estão atrasando a publicação do edital”, afirma Capelari, explicando que  duas ações cautelares e uma autoria especial sobre o cálculo da tarifa tramitam na corte.

Segundo ele, sem a definição dessas duas questões, o edital não pode ser concluído, uma vez que esses dois itens implicam na construção de uma tarifa para o novo sistema que integrará metrô, BRTs e ônibus.

 “Não tem como nós publicarmos um edital sem termos um modelo de planilha tarifária. Nós temos um modelo (de cálculo), mas existem muitos processos pendentes no Tribunal de Contas... inclusive uma parte do passado da tarifa de ônibus. Tem uma cautelar que gerou uma ação judicial dos empresários que operam o sistema solicitando indenização de R$ 35 milhões, de 2012, em relação a alguns itens da planilha que foram retirados pelo Tribunal de Contas”, afirma.
A relação das empresas de ônibus com a prefeitura de Porto Alegre é peculiar. Não existem contratos e o relacionamento é regrado por uma série de leis e decretos municipais. Os operadores são permissionários e desde que foi criado o sistema não passou por nenhum processo licitatório. Mas apesar do atraso, Capelari, afirma que essa situação terá fim.

“O edital está praticamente pronto, o sistema, a inclusão do BRT (Bus Rapid Transit)... Falta concluirmos a questão da tarifa de integração do metrô, que é uma peça importantíssima, até porque, como Porto Alegre tem tarifa única, precisamos ter a tarifa de integração para poder calcular a do sistema”, afirma.

Segundo o secretário a licitação será feita por menor preço por bacia (região de operação), e através da tarifa individual se chegará a tarifa única, chamada de tarifa social. Entretanto, isso só poderá ocorrer a partir do momento em que se souber qual será o preço da passagem do metrô, que ainda está em fase de projetos, mas que deve ser apresentado em março.

Por Daniel Favero
Informações: Portal Terra

Monday, December 30, 2013

O Prefeito Alceu Barbosa Velho apresentou um balanço de seu primeiro ano à frente da Prefeitura de Caxias do Sul. A coletiva de imprensa ocorreu no Salão Nobre do Centro Administrativo durante a manhã da sexta-feira (27/12). 

Alceu salientou que 2013 foi marcado pelo planejamento de politicas para a área da saúde, educação e transporte. Com destaque para o próximo ano para a primeira escola de tempo integral, o agendamento de consultar por telefone em todas as UBSs e o Sistema Integrado de Mobilidade que pretende revolucionar a maneira da população interagir com o trânsito. 

Um dos principais anúncios foi do reajuste zero da tarefa de ônibus em 2014. Alceu explicou que foi suspensa até 31 de dezembro de 2016 a cobrança de 2% do ISSQN (Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza) e 1% de taxa administrativa que a Visate paga ao Executivo.

Entre as frustrações de 2013, Alceu afirmou que foi a não conclusão da passarela da BR 116. Ele salientou que em 2014 a obra será entregue.

Sobre as obras de reparos na Rota do Sol que o município se colocou a disposição do Estado em realiza-las, o prefeito foi enfático em dizer que agora depende apenas do DAER liberar a execução.

A confirmação da abertura de licitação para a construção do Novo Ginásio Municipal e a readequação e ampliação de linhas do taxi lotação também foram anunciadas durante a coletiva de imprensa.

Tuesday, December 24, 2013

A partir de 26 de dezembro, quinta-feira, até 23 de fevereiro, domingo, entra em funcionamento a Tabela de Verão no sistema de ônibus da Capital. A redução de viagens nesta época de férias será de apenas 6%, bem menor do que a diminuição de passageiros no sistema de transporte coletivo, que chega a 17%. Não haverá redução de horários em algumas linhas mais carregadas. Os primeiros e últimos horários de todas as linhas de ônibus não sofrerão qualquer tipo de alteração.

A EPTC irá monitorar o atendimento de todas as linhas para a realização de ajustes, se necessários. Dúvidas, informações ou reclamações podem ser encaminhadas pelo fone 156 (118) ou no site da EPTC (www.eptc.com.br). Outras informações sobre transporte coletivo, como itinerários, horários, acontecem pelo site www.poatransporte.com.br.

Informações: EPTC


Thursday, December 19, 2013

A Trensurb recebeu no fim de novembro o novo veículo do Aeromovel, o A200. O veículo está em teste estático, ele é capaz de transportar 300 pessoas, o dobro do veículo que já está em funcionamento na linha. Os testes dinâmicos serão iniciados em janeiro, após o período de testes o veículo passará para a fase de operação assistida durante 90 dias.

A linha interliga a Estação Aeroporto do metrô ao Terminal 1 do Aeroporto Internacional Salgado Filho. Segundo a Trensurb, o projeto é totalmente desenvolvido no Brasil e usa tecnologia 100% nacional.

O sistema foi desenvolvido pelo Grupo Coester, de São Leopoldo (RS), é um meio de transporte automatizado, em via elevada, que utiliza veículos leves, não motorizados, com estruturas de sustentação esbeltas.

Informações: Revista Ferroviária


Tuesday, December 17, 2013

O sistema Bus Rapid Transit (BRT) está sendo implantado por etapas em Porto Alegre. Atualmente, segundo o engenheiro Rogério Baú, coordenador técnico da Secretaria Municipal de Gestão, estão sendo colocadas placas de concreto mais resistentes, já que o BRT tem uma estrutura mais pesada do que a dos ônibus convencionais. A instalação e a reformulação das paradas devem ocorrer até 2015, conforme Baú. A expectativa é de que algumas estações, localizadas na zona Sul da Capital, já entrem em funcionamento no final do ano que vem, mas o sistema só irá operar a pleno em 2015.

“As estações atenderão ao sistema BRT e terão diversas informações para os usuários. Esse sistema agrega o melhor do sistema do metrô, não só pela rapidez, mas pela capacidade de carregamento também, e o melhor do sistema de ônibus, que é a questão da flexibilidade das linhas”, explica. Com os BRTs, é possível, por exemplo, incluir novas vias e, assim, criar outras linhas, com uma facilidade muito maior do que em se tratando de metrô.

Após algumas mudanças no projeto inicial do sistema, houve especulações de que os corredores de ônibus não teriam espaço para as estações planejadas. A preocupação, contudo, não é fundamentada, de acordo com o engenheiro. “Todos os corredores que estão sendo implantados terão espaço para as estações. Não há com que se preocupar”, garante.

No total, serão quatro corredores exclusivos para o BRT, nas avenidas Bento Gonçalves, João Pessoa, Protásio Alves e Padre Cacique. A estrutura deve ser finalizada em 2014. O ônibus do sistema terá 23 metros de comprimento, capacidade total de 166 passageiros, sendo 62 sentados e 104 em pé, ar-condicionado, rampa de acesso, box para cadeirantes, duas saídas e câmera de monitoramento interno. A previsão inicial era de que as obras nos corredores das regiões Sul, na avenida Padre Cacique, e Leste, na avenida Protásio Alves, estivessem concluídos ainda neste ano, mas isso não deve ocorrer. 

Informações: Jornal do Comércio


Monday, December 16, 2013

Até janeiro, os porto-alegrenses conseguirão entender melhor como ficará a malha cicloviária da cidade. O motivo é a conclusão da chamada “Rede 1”, que ligará ciclovias dos bairros Bom Fim, Centro Histórico e Cidade Baixa, na zona central da Capital.

Segundo o gerente de Projetos Especiais da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Antônio Vigna, a visualização de como ficará o mapa das ciclovias era dificultada, até agora, em função da construção de trechos isolados em cada região. “Desde o início, já tínhamos esse projeto de ligação, mas alguns pontos são mais demorados do que outros, porque estamos fazendo as obras em uma cidade que já existe e já tinha o seu funcionamento, e não vai parar para construirmos”, explica.

A conexão será realizada através do Parque Farroupilha. Após, também faltará a conclusão da ciclovia na avenida Loureiro da Silva, que é parte das obras em torno do estádio Beira-Rio. Estas estão atrasadas por conta de um processo judicial que tramita desde maio, quando a prefeitura cortou árvores na região e gerou protestos de cidadãos. Na ocasião, o prefeito José Fortunati foi criticado por não haver feito um trabalho de conscientização da importância da obra com a população. “Assim que terminarmos a área do Bom Fim, chegaremos até a Loureiro”, afirma Vigna.
Enquanto isso, estão sendo executadas as construções de ciclovias em cinco ruas de Porto Alegre. Elas estão localizadas na rua Vasco da Gama/José Otão (1,1 quilômetro), General João Telles (300 metros), Barros Cassal (300 metros), avenida Ipiranga (1 quilômetro, entre Azenha e Silva Só) e avenida Edvaldo Pereira Paiva (6,3 quilômetros).

O espaço exclusivo para o uso de bicicletas na Vasco da Gama/José Otão começou a ser feito no início de dezembro e deve ser finalizado ainda neste mês. Ele fará a ligação da avenida Goethe com a rua Barros Cassal, iniciando pelo lado direito da via na Goethe e, em seguida, indo para o lado esquerdo, onde permanece até o final. A ciclovia será bidirecional e terá 2,5 metros de largura e mais 50 centímetros de afastamento. Haverá conexões com o Parque Farroupilha na Barros Cassal e na João Telles.

Em alguns trechos da extensão, não será possível estacionar ao lado da ciclovia, como nas proximidades da Goethe. “Onde conseguimos deixar o estacionamento, estamos deixando, por enquanto, para não gerar transtornos”, diz Vigna. Conforme o gerente de Projetos Especiais, a exemplo da ciclovia da rua José do Patrocínio, na Cidade Baixa, não há problemas com o trânsito ao manter o estacionamento ao lado do espaço exclusivo para ciclistas. “As pessoas estranham no início, porque fica mais estreito, mas acabam assimilando. Lá, ajustamos o limite de horário para estacionar até às 17h e livramos o horário de pico, o que, inclusive, tem feito com que os motoristas da região enfrentem menos congestionamento”, destaca.

Para Vigna, áreas residenciais, como a Cidade Baixa, devem ser priorizadas na construção de ciclovias. “Elas devem ser resgatadas com as suas características, acentuando o uso das ruas mais pelas pessoas e menos pelos veículos. Essa ciclovia só foi ao encontro do que a Cidade Baixa precisava”, opina.

Por Isabella Sander
Informações: Jornal doo Comércio

Friday, December 13, 2013

Técnicos da empresa estatal espanhola que gerencia o metrô de Madri virão a Porto Alegre neste mês para oferecer sua experiência na implantação e no gerenciamento de transporte metroviário. Os espanhóis visitam o Brasil em busca de parcerias com governos locais.

Na quinta-feira passada, estiveram na Bahia, onde se reuniram com a equipe que trabalha no metrô de Salvador. Representantes da prefeitura da capital gaúcha e do governo do Estado acompanharam o encontro, que trata da possível parceria com os madrilenhos, que fariam uma assessoria técnica.

Com mais de 3 milhões de habitantes, Madri tem uma rede de mobilidade urbana eficiente, que funciona 24 horas por dia, sete dias por semana. O eixo central é o metrô, criado em 1919. Hoje, o trem subterrâneo conta com 12 linhas, três ramais e 300 estações – são 293 quilômetros de trilhos interligados. 

O sistema recebe mais de 2 milhões de passageiros por dia, que, ao deixarem as estações, podem concluir o deslocamento a pé, em ônibus ou em trens de superfície, no caso de quem vai para cidades vizinhas. O usuário pode ir de um ponto para qualquer parte de Madri de metrô. A diversidade de conexões entre as linhas é tanta que, não raro, há pelo menos duas combinações de itinerários possíveis para chegar a um destino.

As estações se espalham por todos os bairros da cidade, inclusive os periféricos, e a prefeitura utiliza o sistema de transporte como um incentivo para que os cidadãos migrem para áreas desabitadas. A estação de Pitis, por exemplo, a última da linha 7, está construída debaixo de uma zona ainda não urbanizada.

A empresa pública do metrô de Madri pretende cooperar com treinamento e capacitação aos técnicos locais, além de auxiliar na análise de projetos. O governo da Espanha também planeja disputar concorrências internacionais para projetar, construir e operar linhas de metrô em outros países, inclusive no Brasil. A decisão foi anunciada em novembro – os espanhóis não entraram na primeira parte da disputa pelo metrô de Porto Alegre.
A linha 1 do metrô da capital gaúcha terá 10,3 quilômetros, unindo o Centro Histórico à zona Norte (parte da Rua da Praia e vai até o Terminal Triângulo da Assis Brasil, com dez estações. Vai custar R$ 4,8 bilhões e será implantado por meio de uma parceria-público privada (PPP), com aportes dos governos federal, estadual e municipal.

Em outubro, foi lançada a proposta de manifestação de interesse para realizar a obra. Dos oito grupos que se candidataram cinco foram selecionados para elaborar estudos e projetos. Os trabalhos devem ser entregues até 12 de março de 2014. A licitação para construir e gerenciar o metrô de Porto Alegre será no segundo semestre de 2014.

Um meio de transporte ágil, confortável e barato

O serviço de metrô de Madri, capital da Espanha, funciona diariamente das 6h da manhã à 1h30min da madrugada, e o passageiro sabe o tempo aproximado que vai durar o deslocamento. O intervalo entre a chegada dos veículos varia entre 3 minutos nos horários de pico e 15 minutos na madrugada.

A informação de quanto falta para passar o próximo trem pode ser lida nos painéis eletrônicos nas plataformas e também nas entradas das estações. Os vagões são limpos, e agentes fazem a segurança durante todo o horário de funcionamento. Na maior parte das viagens, os trens recebem um público adequado ao seu tamanho – até mesmo em horários de pico e nas linhas centrais, é raro haver superlotação.

Por todas estas razões, não é incomum ouvir de um madrilenho – ou mesmo de mochileiros que passam por várias cidades europeias – que o sistema de trem subterrâneo de Madri “é o melhor do mundo”.

Além de tudo, é um meio de transporte barato, que é subsidiado. Apesar de vários reajuste das tarifas nos últimos anos, em função da crise econômica que obrigou o governo a cortar gastos, o preço continua relativamente baixo. 

Muito inferior ao de outras capitais europeias e competitivo até se comparado ao Brasil: o passe mensal, que dá direito a viagens ilimitadas em todas as linhas do metrô e de ônibus de Madri custa € 54,60 (R$ 174,70). Isto é, com o valor de 62 passagens de ônibus em Porto Alegre – uma ida e volta por dia ao longo de um mês –, o madrilenho pode usar todos os transportes públicos quantas vezes quiser pelo período de um mês.

Da 1h30min da madrugada às 6h da manhã, o metrô é substituído por ônibus noturnos, que seguem o trajeto das linhas, com adequações. Chamados de “coruja”, esses coletivos saem a cada 15 minutos da Praça de Cibeles, Centro de Madri, e também fazem o trajeto a partir dos bairros. (G.K.)

Informações: Jornal do Comércio

Wednesday, December 11, 2013

A partir da proxima quinta-feira (12), vão faltar seis meses até o jogo de abertura da Copa do Mundo 2014 no Brasil. Segundo dados dos comitês gestores locais do evento, 75,6% das obras de mobilidade previstas para o Mundial estão atrasadas ou não serão entregues para a competição. Além disso, muitas delas custarão mais caro do que o governo previu.

Segundo o levantamento, das 74 ações de mobilidade, 18 não serão mais entregues e outras 38 tiveram prazos prorrogados, a grande maioria para maio de 2014, a um mês do evento (Veja o andamento das obras na tabela abaixo).

Os projetos de mobilidade, anunciados como carro-chefe do mundial e essenciais para os deslocamentos até os estádios e dentro das cidades onde ocorrerão os jogos, recebem verba federal, municipal e estadual.
Entre as justificativas apontadas pelos gestores para o atraso ou cancelamento das obras estão burocracia, chuvas, imprevistos, disputas judiciais sobre desapropriações, impasse para obtenção de licenças, entre outros.

Hoje, a matriz de responsabilidade (documento que contém os projetos de cada sede) conta com 45 projetos de mobilidade em andamento ou concluídos, segundo o Ministério do Esporte.

Onze foram transferidos para a carteira do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Isso significa que elas continuam em andamento, mas não mais para a Copa.

Os atrasos e mudanças na matriz diminuíram o total de investimentos previstos para mobilidade de R$ 11,9 bilhões para os atuais R$ 7,02 bilhões. O gasto nessa área será menor do que os R$ 8 bilhões destinados aos estádios.

O Ministério do Esporte afirma, em nota, que "as obras excluídas da matriz de responsabilidades representam a minoria dos projetos executados e a retirada dessas obras não compromete a realização da Copa do Mundo". "Algumas delas ainda poderão ficar prontas antes do Mundial."

O G1 também apurou que, apesar da redução nos investimentos, parte das obras custarão mais caro aos cofres públicos. É o caso do Corredor Aeroporto-Rodoferroviária, em Curitiba, cujo preço inicial saltou de R$ 104,8 milhões na matriz de 2010 para R$ 143,19 milhões.

O VLT de Cuiabá passou de R$ 1,26 bilhão para R$ 1,57 bilhão, e o BRT (Bus Rapid Transit) Antônio Carlos / Pedro I, em Belo Horizonte, custará R$ 713,4, ante os R$ 633,9 milhões inicialmente orçados.
A pasta diz que "os ajustes orçamentários realizados na execução de obras podem ocorrer em qualquer projeto, em razão das circunstâncias que se apresentam. Principalmente, em grandes obras".
"Muitas vezes, esses ajustes são feitos devido ao formato em que as licitações foram feitas. Os ajustes podem acontecer também por alterações no empreendimento original", afirma o governo.

A previsão de gastos com a Copa já chegou a ser estimada em R$ 33 bilhões, mas diminuiu em razão das desistências. Da previsão atual de R$ 25,6 bilhões, apenas R$ 3,8 bilhões são de recursos privados.
"Alguns projetos deixaram a matriz, resultando na redução do valor global de investimento. Os projetos retirados integraram o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e serão concluídos", complementa o ministério.

"Vale destacar que todas as obras da Matriz de Responsabilidades da Copa do Mundo – incluindo estádios, mobilidade urbana, portos e aeroportos – são fiscalizadas por diversos órgãos de controle, como CGU, TCU, Tribunais de Contas Estaduais e Ministério Público", conclui a pasta.

Informações: G1

Tuesday, December 10, 2013

A região do bairro Menino Deus, em Porto Alegre, está a um passo – ou a uma pedalada – de integrar a primeira ciclorrota de Porto Alegre. A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) espera concluir ainda neste mês os trechos que faltam para interligar os 22 quilômetros de ciclovias que integrarão os bairros Bom Fim, Centro Histórico, Cidade Baixa, Menino Deus e Cristal.

Oponto mais atrasado é um trecho de cerca de 600 metros que fará a ligação da Rua José do Patrocínio com a Avenida Ipiranga, obra referente a uma contrapartida pela construção de um prédio. Apesar disso, o projeto do serviço já está aprovado e espera-se que em breve os trabalhos comecem.

O avanço das ciclovias – mesmo que a EPTC não fale em ciclorrotas prioritárias – deu-se em função das estações do BikePOA, que até 10 de novembro registraram mais de 74 mil cadastros e 287 mil viagens realizadas.

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Quando se fala em ciclorrota não necessariamente significa que todo o trecho já está contemplado com a estrutura da ciclovia, com a faixa pintada de vermelho e a sinalização. Na orla, por exemplo, a organização da pista para os ciclistas está ligada às obras da Copa do Mundo, e alguns trechos ainda não foram demarcados. No entanto, já existe um espaço, à beira do Guaíba, utilizado pelos cliclistas e que, segundo a EPTC, oferece segurança para o trânsito das bikes.

A partir desta segunda-feira (09), as linhas de ônibus com operação no Terminal Rui Barbosa, no centro de Porto Alegre, voltam a funcionar normalmente nos locais de origem.

A mudança das paradas ocorria por conta de obras de pavimentação, que eram realizadas pela Secretaria Municipal de Obras e Viação.

Devido às obras terem finalizado, os locais de embarque e desembarque voltam a operar normalmente e estão sinalizados para orientar os usuários.

Agentes da EPTC também ajudam informando e tirando dúvidas dos passageiros nos locais.

Para mais informações ligue 156 ou 118.

Monday, December 9, 2013

Atrasada há mais de um ano, a extensão do catamarã até a zona sul de Porto Alegre ainda não deslanchou. A burocracia em obter licenças para a operação da hidrovia é apontada como entrave, mas a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) e a Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regional (Metroplan) apostam que o serviço sairá do papel até o Natal.

Em menos de 20 dias, o barco deve ganhar as águas do Guaíba em frente ao BarraShoppingSul.

Após a apresentação de estudos técnicos que não foram aceitos pela Marinha, os órgãos envolvidos se viram obrigados a contratar uma empresa credenciada junto à autoridade marítima.

Agora, são aguardadas as análises de batimetria – medição e verificação da profundidade do Guaíba – e o projeto de sinalização para obter a liberação da linha.

– Estamos na fase de contratação da empresa que fará o serviço. As definições técnicas já estão consolidadas, mas os ritos de contratação impostos pelo Estado acabaram implicando atraso. O que precisamos é comprovar que não haverá riscos ao usuário – explica o superintendente da Metroplan, Oscar Escher.

Saturday, December 7, 2013

Equipes da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) intensificaram as obras nas ciclovias em cinco ruas da Capital. Os espaços exclusivos para quem anda de bicicleta estão localizados na rua Vasco da Gama/José Otão (1,1km), General João Telles (300m), Barros Cassal (300m), Ipiranga (1km, entre Azenha e Silva Só) e Edvaldo Pereira Paiva (6,3km). 

Com os novos trechos, serão mais 9 quilômetros de ciclovias na cidade. Se somados com os já existentes (17,5km), Porto Alegre contará com 26,5 quilômetros de ciclovias. Além disso, foram elaborados novos projetos, que formarão futuramente a primeira ciclorrota da história da cidade, interligando Bom Fim, Cidade Baixa, avenida Ipiranga, área central, orla do Guaíba e início da Zona Sul.

“Nosso objetivo é incentivar a cultura da bicicleta, criando espaços mais seguros para os ciclistas. O que chama a atenção é que as pessoas estão utilizando as bicicletas não somente para lazer, mas também para deslocamentos diários. É uma cultura que está aflorando, surgindo como uma real alternativa de transporte. Nossa expectativa é contar com 50 quilômetros até a Copa do Mundo”, afirmou o diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari.

BikePoa – Foram implantadas 28 estações e disponibilizadas 280 bicicletas públicas a mais no sistema BikePoa somente neste ano, resultando em 38 estações e 380 bikes. Já são mais de 300 mil viagens realizadas e 75 mil cadastros no site http://www.mobilicidade.com.br/bikepoa.asp desde o início do sistema. 

Algumas dicas importantes de segurança para os ciclistas:

• Transitar onde há ciclovias. Onde não há, utilizar o bordo da via e no sentido do fluxo.
• Respeitar sempre o pedestre, não transitando sobre calçadas.
• Respeitar sempre a sinalização de trânsito, como semáforos e faixas de segurança, por exemplo.
• Próximo de conversões e cruzamentos, redobre a atenção, reduza a velocidade e, sendo necessário, pare a bicicleta, evitando possíveis acidentes.
• Ao pedalar, utilize sinalização noturna dianteira, traseira, lateral e nos pedais.
• Utilize equipamentos de segurança, como capacetes, óculos, luvas, além de roupas (claras e que permitam uma maior mobilidade) e calçados adequados.
• Mantenha em dia a manutenção das bicicletas.

Além dessas dicas, os condutores de veículos motorizados devem sempre respeitar o ciclista e seu tempo de deslocamento, guardando uma distância mínima de 1,5 metro.

Sunday, December 1, 2013

“SIM à mobilidade urbana”. É com esse trocadilho que a cidade gaúcha de Caxias do Sul quer dar prioridade ao seu sistema de transporte coletivo feito pelo ônibus. O SIM é o emblema para Sistema Integrado de Mobilidade, projeto apresentado recentemente pela prefeitura caxiense para otimizar seu modelo de transporte, com ênfase aos pedestres e também às bicicletas, por meio de ciclovias.
Foto – Júlio Soares
De acordo com informações, a iniciativa visa a frequência do transporte coletivo de 19 linhas que fazem hoje o percurso de leste a oeste da cidade. Para isso, além do transbordo de passageiros nas duas EPIs (Estações Principais de Integração), serão implantados dois corredores de ônibus da rua Sinimbu, faixa compartilhada de ônibus/automóveis na Pinheiro Machado, pavimentação em concreto rígido dos corredores da Sinimbu e Pinheiro Machado (e outros quatro corredores em 2015), regramento para as conversões da área central, nova sinalização e contratação de mais fiscais de trânsito.

A Secretaria de Trânsito, Transportes e Mobilidade de Caxias do Sul informou que dois novos conceitos serão implantados no sistema: o serviço expresso e o semi-expresso, triplicando a velocidade comercial (tempo de percurso) dos ônibus que atravessam a cidade de leste a oeste. O expresso parará em algumas paradas centrais e o semi-expresso em outras, aumentando a velocidade de deslocamento de um ponto a outro da cidade. Os investimentos para essa nova realidade do transporte caxiense virão do Governo Federal (R$ 32 milhões) e da prefeitura da cidade, com outros R$ 8 milhões.