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Thursday, December 19, 2013

Um acordo entre o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) e a Prefeitura celebrou um termo de ajustamento de conduta (TAC) para melhorar a mobilidade da capital. O documento foi assinado nesta quarta-feira (18).

O termo prevê que o município se comprometa a instalar espaços reservados para bicicletas na forma de estacionamentos em todos os terminais integrados de transporte coletivo municipal em até um ano, a contar da data da assinatura do termo. Os locais deverão ter, no mínimo, 30 vagas de estacionamento para bicicletas.
"É fundamental para Florianópolis, mas isso tem que ser feito corretamente. Espero que criem uma estrutura com segurança, com espaço e suporte adequado. O da Lagoa, por exemplo, virou estacionamento de motos", disse o presidente de ViaCiclo e Associação de Moradores da Lagoa, Daniel de Araújo Costa.

Acessibilidade em prédios públicos
Em outro TAC, a Prefeitura se comprometeu a adequar a Secretaria do Continente, a Secretaria da Saúde e a Biblioteca Municipal Professor Barreiros Filho às normas de acessibilidade para pessoas com deficiência. O prazo para os ajustes nas instalações dos prédios é de até 18 meses, contado a partir da assinatura do termo.

Para certificar a adequação integral das três edificações, será realizada fiscalização pelo Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis (IPUF) ou pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (SMDU). Além disso, o município deverá apresentar os atestados de acessibilidade ao MPSC, em um prazo de 18 meses.

Futuro
De acordo com o promotor Daniel Paladino, será firmado futuramente um outro TAC para os demais prédios públicos locados pela Prefeitura de Florianópolis. "Foi concedido prazo de 90 dias para que a municipalidade faça um levantamento de todos os imóveis utilizados, para que possamos firmar um acordo e garantir a acessibilidade em todas as edificações", informou.

Para cada TAC, foi fixada multa diária de R$ 5 mil em caso de descumprimento, valor a ser recolhido em favor do Fundo para Reconstituição de Bens Lesados do Estado de Santa Catarina (FRBL).

Monday, December 16, 2013

Até janeiro, os porto-alegrenses conseguirão entender melhor como ficará a malha cicloviária da cidade. O motivo é a conclusão da chamada “Rede 1”, que ligará ciclovias dos bairros Bom Fim, Centro Histórico e Cidade Baixa, na zona central da Capital.

Segundo o gerente de Projetos Especiais da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Antônio Vigna, a visualização de como ficará o mapa das ciclovias era dificultada, até agora, em função da construção de trechos isolados em cada região. “Desde o início, já tínhamos esse projeto de ligação, mas alguns pontos são mais demorados do que outros, porque estamos fazendo as obras em uma cidade que já existe e já tinha o seu funcionamento, e não vai parar para construirmos”, explica.

A conexão será realizada através do Parque Farroupilha. Após, também faltará a conclusão da ciclovia na avenida Loureiro da Silva, que é parte das obras em torno do estádio Beira-Rio. Estas estão atrasadas por conta de um processo judicial que tramita desde maio, quando a prefeitura cortou árvores na região e gerou protestos de cidadãos. Na ocasião, o prefeito José Fortunati foi criticado por não haver feito um trabalho de conscientização da importância da obra com a população. “Assim que terminarmos a área do Bom Fim, chegaremos até a Loureiro”, afirma Vigna.
Enquanto isso, estão sendo executadas as construções de ciclovias em cinco ruas de Porto Alegre. Elas estão localizadas na rua Vasco da Gama/José Otão (1,1 quilômetro), General João Telles (300 metros), Barros Cassal (300 metros), avenida Ipiranga (1 quilômetro, entre Azenha e Silva Só) e avenida Edvaldo Pereira Paiva (6,3 quilômetros).

O espaço exclusivo para o uso de bicicletas na Vasco da Gama/José Otão começou a ser feito no início de dezembro e deve ser finalizado ainda neste mês. Ele fará a ligação da avenida Goethe com a rua Barros Cassal, iniciando pelo lado direito da via na Goethe e, em seguida, indo para o lado esquerdo, onde permanece até o final. A ciclovia será bidirecional e terá 2,5 metros de largura e mais 50 centímetros de afastamento. Haverá conexões com o Parque Farroupilha na Barros Cassal e na João Telles.

Em alguns trechos da extensão, não será possível estacionar ao lado da ciclovia, como nas proximidades da Goethe. “Onde conseguimos deixar o estacionamento, estamos deixando, por enquanto, para não gerar transtornos”, diz Vigna. Conforme o gerente de Projetos Especiais, a exemplo da ciclovia da rua José do Patrocínio, na Cidade Baixa, não há problemas com o trânsito ao manter o estacionamento ao lado do espaço exclusivo para ciclistas. “As pessoas estranham no início, porque fica mais estreito, mas acabam assimilando. Lá, ajustamos o limite de horário para estacionar até às 17h e livramos o horário de pico, o que, inclusive, tem feito com que os motoristas da região enfrentem menos congestionamento”, destaca.

Para Vigna, áreas residenciais, como a Cidade Baixa, devem ser priorizadas na construção de ciclovias. “Elas devem ser resgatadas com as suas características, acentuando o uso das ruas mais pelas pessoas e menos pelos veículos. Essa ciclovia só foi ao encontro do que a Cidade Baixa precisava”, opina.

Por Isabella Sander
Informações: Jornal doo Comércio
Juntas, Cuiabá e Várzea Grande registram uma média aproximada de 54 mil viagens de bicicleta semanalmente. O uso das ‘magrelas’ pelas ruas da Capital mato-grossense e da Cidade Industrial cresce a olhos vistos, principalmente em meio àqueles que tentam fugir do trânsito caótico. Em contrapartida, os adeptos da bike encontram empecilhos como à falta de ciclovias ou ciclofaixas. Cuiabá, por exemplo, contabiliza hoje apenas 20 km de vias desta natureza e que em sua grande maioria não apresentam infraestrutura adequada ou simplesmente estão abandonadas pelo poder público, sem qualquer tipo de manutenção. 

A Secretaria Municipal de Transportes Urbanos (SMTU) contabiliza na Capital 2 km de ciclovia na Avenida Arquimedes Pereira Lima (Estrada do Moinho), outros 10,4 km de ciclofaixa na Avenida das Torres e mais 7,5 km de ciclofaixa na Avenida Tatsumi Koga, na região do bairro Pedra 90. 

Adepto à prática do ciclismo, o servidor público federal Paulo Luz revela que por conta da proximidade de sua residência do trabalho – cerca de 2 km de distância – ele prefere ir trabalhar de bicicleta. Ainda segundo ele, a escolha é não somente pela distância como também pela questão da economia com combustível e ainda pelos benefícios à saúde. 
Acostumado também a realizar pequenos passeios ciclísticos em grupo nos finais de semana, Paulo diz que não bastasse o fato de a cidade ter poucas faixas destinadas aos ciclistas, as que existem sequer poderiam ser chamadas de ciclovias. Isto porque, segundo ele, grande parte dos espaços é utilizada como estacionamento para carros, ‘ocupados’ por caçambas de lixo, barraquinhas de vendedores ambulantes ou ainda servindo como depósito de materiais ou restos de construção. 

Foto: Mary Juruna “Além da falta de consciência das pessoas que utilizam as ciclovias para outros fins, a infraestrutura também é de se lamentar. Os espaços estão tomados por esgoto, buracos que mais parecem crateras e até quebra-molas que desafiam a nossa pedalada”, lamenta o ciclista. 

Segundo Paulo, uma das situações mais críticas é a da ciclofaixa na Tatsumi Koga, que liga o Pedra 90 ao Distrito Industrial. “É um trecho de mais ou menos 7 km que não tem asfalto. Se está sol, é só areia, se chove a ciclofaixa vira só lama. Até as ‘tartarugas’ que serviam para identificar a via foram quebradas ou arrancadas”, relata. 

Diariamente, no entanto, Paulo relata encontrar barreiras que vão além da falta de ciclovias na cidade. Ele assegura, por exemplo, “que a primeira grande dificuldade é a questão cultural. Os motoristas não conseguem – ou não querem entender – que os ciclistas fazem parte do trânsito”, observa o servidor. Ele ainda completa dizendo que fechadas no trânsito e buzinadas se tornaram comuns em seu dia adia. 

Secopa nega ter ‘abortado’ projetos 

Em entrevista ao Circuito Mato Grosso, o assessor de mobilidade urbana da Secretaria Extraordinária da Copa (Secopa), Rafael Detoni, negou as afirmações divulgadas na imprensa recentemente e que davam conta que a Secretaria teria descartado a implantação de ciclovias previstas em 19 projetos do Plano de Mobilidade e Transporte da Região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá, com vistas à Copa do Mundo de 2014. 

Detoni explicou que assim que Cuiabá foi escolhida cidade-sede para o Mundial, foi elaborado o plano de mobilidade, com o levantamento de todo o sistema de trânsito e transporte da Capital e de Várzea Grande. A partir daí, segundo ele, foi proposta uma série de projetos de intervenção no sistema viário e no transporte coletivo visando à Copa. 

“Aproveitaram-se os dados e as informações levantadas para se propor diretrizes para que os municípios possam trabalhar em cima disso, colocar em prática futuramente. Acontece que a Secopa foi instituída para atender uma necessidade chamada Copa do Mundo. A Secopa não substitui a SMTU, a Câmara de Vereadores, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, a Secretaria de Obras, a Ager, a Setpu, que são os órgãos responsáveis pela gestão do transporte municipal e intermunicipal”, assegurou o assessor. 

O assessor de mobilidade urbana admitiu que a questão das ciclovias é legítima e argumentou que, tamanha importância do assunto, é que a implantação das faixas para ciclistas foi contemplada em um capítulo específico do plano de mobilidade. “Fizemos análises do que pode ser elaborado pelos municípios. Agora dizer que Secopa pegou esse capítulo e rasgou ou esqueceu, é sacanagem, a história foi deturpada”, alegou Detoni. 

Deficiências começam na legislação

A ausência de ciclovias em Cuiabá é fruto, inclusive, de uma legislação bastante restrita no que tange ao transporte cicloviário. Hoje, o que existe legalmente constituído neste sentido consta no Plano Diretor de Desenvolvimento Estratégico da Capital, ainda assim, de maneira bastante superficial. O artigo 10 do Plano Diretor, que estabelece diretrizes específicas do desenvolvimento estratégico na área do sistema viário, ressalta, por exemplo, a necessidade de ampliar “a extensão e implementação de ciclovias e vias de pedestres interligando áreas residenciais, preferencialmente nas faixas marginais dos córregos e vias duplicadas”, diz um trecho.

“A gente percebe que o plano fala em implementar, mas não diz como”, destaca Rafael Detoni. Ele observa ainda que a lei de hierarquização viária de Cuiabá criou uma categoria de via chamada via parque ou viaverde (aquelas que correm às margens dos córregos) e segundo Detoni, somente nestes casos há especificação para implantação das ciclovias. “Está instituído em lei para que quando essas vias forem construídas elas sejam dotadas de ciclovia. As demais avenidas de Cuiabá não têm uma imposição ou uma diretriz legal para implantação de ciclovia, com exceção da Archimedes Pereira Lima, esta é a única onde o escopo legal traz a obrigatoriedade de construção de ciclovia”, completa o assessor. 

Por fim, o assessor alega que a engenharia é capaz de solucionar os problemas quanto à ausência das vias para os ciclistas, no entanto, para isso, faz-se necessário que a construção da ciclovia seja previamente definida e legalmente constituída. “A engenharia resolve tudo. Se precisar colocar uma ciclovia numa trincheira, num viaduto, você coloca. Agora para que você faça isso precisa de uma decisão legal do município. Decisão política, de aprovação de lei e definição de critérios”. 

Por enquanto na SMTU, ciclovias só no papel...

Enquanto a locomoção por meio das bicicletas se propaga na Capital, a implantação de novas ciclovias parece distante. Existem alguns projetos que preveem a construção das faixas para os ciclistas e até mesmo as ciclovias temporárias – vias onde o tráfego se torna exclusivo para bicicletas aos finais de semana, por exemplo – semelhante a iniciativas já desenvolvidas em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro. Acontece, no entanto, que estes projetos não têm previsão para se materializar. 

Secretário-adjunto da SMTU, Thiago França - Foto: Abdalla ZarourO secretário-adjunto da SMTU, Thiago França, revela que existe inclusive um Grupo de Trabalho criado a partir de uma determinação do Ministério Público Estadual (MPE) e que está viabilizando projetos nesta área. “A gente sabe que é um processo complexo e que não acontece do dia para a noite. Ainda assim, é uma coisa que não dá mais para ‘ser empurrada com a barriga’, porque o número de ciclistas na cidade cresce vertiginosamente”, admite França. 

Segundo o secretário, assim como outras cidades brasileiras, Cuiabá encontra empecilhos para aplicar tais projetos, já que ao longo dos anos registrou um crescimento desordenado e sem planejamento. “Cuiabá não é uma Suíça ou uma França. Nosso sistema viário foi concebido de forma a privilegiar o fluxo de carros, de forma que ônibus, bicicletas e outros meios de transporte foram marginalizados”. 

Entre os projetos que devem ser implantados na Capital, França destaca o ‘Porto Cuiabá’, que terá aproximadamente 1,6 km de ciclovia, bem como bicicletários. Além disso, o secretário revela que a Prefeitura trabalha em parceria com o Governo do Estado nas obras de duplicação da Estrada do Moinho e implantação da Avenida-Parque do Barbado, que disponibilizarão mais 4 km e 1,8 km de ciclovias, respectivamente. 

Por Camila Ribeiro
Fotos: Mary Juruna e Paulo Luz 
Informações: Circuito MT

Wednesday, December 11, 2013

De acordo com a Lei “R” Nº 151 para a utilização desse veículo será necessário ter espelhos retrovisores, de ambos os lados, farol dianteiro, de cor branca ou amarela, lanterna de cor vermelha na parte traseira, velocímetro, buzina, pneus que ofereçam condições mínimas de segurança, uso de capacetes, utilização de refletores e idade mínima de 16 anos.

A regulamentação, de acordo com o secretário de Segurança e Trânsito, Paulo dos Santos, já será cobrada pelos agentes de trânsito municipais. “Já que temos essa lei em vigor, os guardas municipais já estão cientes e tem a obrigação de fiscalizarem as bicicletas elétricas no circuito urbano e caso estejam fora da lei serão recolhidas e aptas para o condutor só depois que forem regularizados os itens em desacordo”, alertou.

As normas respeitam as determinações do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e a expectativa é de que as novas regras permitam que os veículos trafeguem em ciclovias e seus condutores não precisem de habilitação específica. Para o prefeito Beto Lunitti, a lei sancionada vai proteger o cidadão e promover a segurança de todos que trafegam pelas vias públicas municipais. “Toda a regulamentação visa promover a vida das pessoas. As bicicletas elétricas têm um espaço adequado, como ciclovias e ciclofaxias para circular e as medidas irão auxiliar ainda mais seus condutores e demais usuários dos passeios públicos”.

Teve início ontem o funcionamento da ciclofaixa implantada na Avenida Ernani do Amaral Peixoto, com início na altura da Câmara de Vereadores, seguindo até a Rua Luiz Leopoldo Fernandes. A mudança, que faz parte do projeto de mobilidade da Niterói Transporte e Trânsito (NitTrans), pegou muitos ciclistas de surpresa e ocasionou no reboque de seis veículos e suas motos, que desrespeitaram a faixa especial e as placas de proibido estacionar.
Foto: Marcelo Feitosa
Para o casal de ciclistas, Rubens Silveira e Fabiana Marques, a ciclofaixa vem para contribuir com aqueles que optam por um meio de transporte mais saudável e ambientalmente sustentável. Acostumados a utilizar a bicicleta principalmente próximo a Icarái, onde moram, os dois foram surpreendidos com a implantação da faixa especial. Contudo, eles alertam para o desrespeito dos motoristas, mesmo com a determinação de um espaço específico para o tráfego de ciclistas.

“Utilizamos a bicicleta por conta do trânsito. Em Icaraí nós temos algumas ciclofaixas e ciclovias, mas aqui na Avenida Ernani do Amaral Peixoto não sabíamos que seria implantada. Ajuda, mas o risco ainda é muito grande, porque os motoristas não respeitam, é preciso um reforço na fiscalização para que o ciclista possa desfrutar dessa via”.

De acordo com a NitTrans, para a fiscalização da ciclovia na avenida, que fica ao lado esquerdo da circulação, foram destinados três agentes e operadores de trânsito para orientar os motoristas, juntamente com três reboques, para evitar o estacionamento irregular no local e liberar a via, se necessário. Tendo sido retirados no primeiro dia de funcionamento seis carros e duas motos por pararem na ciclofaixa.
Para a criação da faixa para ciclistas foi necessária a remoção dos estacionamentos existentes à esquerda da avenida, no sentido da mão da via. Para o motorista Bruno Freire Teixeira Valdas, a mudança ainda não faz muito sentido, por não ver uma movimentação efetiva de ciclistas utilizando o espaço. No entanto, se é para melhoria da mobilidade, ele concorda com a implantação, mas solicita, em contrapartida, quanto a área de estacionamento na via e próximo a ela.

“A maioria dos carros que ficavam estacionados aqui são de pessoas que trabalham na avenida e achar vaga no Centro de Niterói, até mesmo em estacionamento, está cada vez mais difícil, espero que nesse projeto eles elaborem um planejamento para melhorar essa situação”, diz Valdas.

Vagas – Quanto aos estacionamentos, a NitTrans informou que foram criadas novas vagas de estacionamento, compreendidas do trecho entre as ruas Marques de Olinda e Visconde de Sepetiba, do lado direito do fluxo de veículos, sendo 34 destinadas ao rotativo, 18 para viaturas da Polícia Civil, 9 para Câmara dos Vereadores, além de uma vaga para deficientes e outra para idosos.

Por: Paula Valviesse
Informações: O Fluminense
Por falta de vias dedicadas a quem usa bicicletas, ciclistas disputam espaço com pedestres e automóveis nas calçadas e no asfalto da capital de Roraima. Para resolver a situação, a Prefeitura Boa Vista está finalizando um estudo para implantar ciclovias nas principais ruas e avenidas da cidade. A partir de janeiro o projeto entra na fase de licitação. Serão construídas ciclovias para interligar a zona Oeste da Cidade, Centro e zona Leste em um trajeto de 44,6 quilômetros. Haverá, ainda, 50 vagas em estacionamentos para bicicletas.

“Boa Vista é uma cidade planejada e as ciclovias já deviam existir. Qualquer pessoa que passear à noite pela [Avenida] Ville Roy verá uma grande quantidade de ciclistas”, disse o empresário Miguel Nogueira, que pratica ciclismo há mais de 10 anos.

O estudo é realizado pela Comissão de Calçadas e Ciclovias e elaborado pelas Secretarias Municipais de Obras e Urbanismo, de Segurança e Trânsito, e pela Empresa de Desenvolvimento Urbano e Habitacional. De acordo com nota da Prefeitura enviada ao Portal Amazônia, as ciclovias vão interligar os bairros Senador Hélio Campos até o Centro, passando pelos bairros Caçari e Dos Estados.

“Com a destinação de vias exclusivas às bicicletas, espera-se também que haja maior respeito às calçadas como vias exclusivas aos pedestres, além de evitar o estacionamento de automóveis”, consta na nota. As ciclovias vão custar R$ 5 mil. “Esse valor é parte de um investimento maior, de mais ou menos R$ 68 mil, em um conjunto de obras para melhorar a mobilidade urbana em Boa Vista. Esses investimentos serão licitados e executados ao longo do ano de 2014”.

Corredor para ônibus
As faixas exclusivas para ônibus são para dar agilidade aos tráfego do transporte público. As faixas serão instaladas apenas em algumas vias principais para aumentar a velocidade média dos veículos em horários de pico. A Prefeitura espera incentivar o uso de ônibus nestes horários.

Informações: Portal Amazônia

Tuesday, December 10, 2013

A região do bairro Menino Deus, em Porto Alegre, está a um passo – ou a uma pedalada – de integrar a primeira ciclorrota de Porto Alegre. A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) espera concluir ainda neste mês os trechos que faltam para interligar os 22 quilômetros de ciclovias que integrarão os bairros Bom Fim, Centro Histórico, Cidade Baixa, Menino Deus e Cristal.

Oponto mais atrasado é um trecho de cerca de 600 metros que fará a ligação da Rua José do Patrocínio com a Avenida Ipiranga, obra referente a uma contrapartida pela construção de um prédio. Apesar disso, o projeto do serviço já está aprovado e espera-se que em breve os trabalhos comecem.

O avanço das ciclovias – mesmo que a EPTC não fale em ciclorrotas prioritárias – deu-se em função das estações do BikePOA, que até 10 de novembro registraram mais de 74 mil cadastros e 287 mil viagens realizadas.

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Quando se fala em ciclorrota não necessariamente significa que todo o trecho já está contemplado com a estrutura da ciclovia, com a faixa pintada de vermelho e a sinalização. Na orla, por exemplo, a organização da pista para os ciclistas está ligada às obras da Copa do Mundo, e alguns trechos ainda não foram demarcados. No entanto, já existe um espaço, à beira do Guaíba, utilizado pelos cliclistas e que, segundo a EPTC, oferece segurança para o trânsito das bikes.

Saturday, December 7, 2013

Equipes da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) intensificaram as obras nas ciclovias em cinco ruas da Capital. Os espaços exclusivos para quem anda de bicicleta estão localizados na rua Vasco da Gama/José Otão (1,1km), General João Telles (300m), Barros Cassal (300m), Ipiranga (1km, entre Azenha e Silva Só) e Edvaldo Pereira Paiva (6,3km). 

Com os novos trechos, serão mais 9 quilômetros de ciclovias na cidade. Se somados com os já existentes (17,5km), Porto Alegre contará com 26,5 quilômetros de ciclovias. Além disso, foram elaborados novos projetos, que formarão futuramente a primeira ciclorrota da história da cidade, interligando Bom Fim, Cidade Baixa, avenida Ipiranga, área central, orla do Guaíba e início da Zona Sul.

“Nosso objetivo é incentivar a cultura da bicicleta, criando espaços mais seguros para os ciclistas. O que chama a atenção é que as pessoas estão utilizando as bicicletas não somente para lazer, mas também para deslocamentos diários. É uma cultura que está aflorando, surgindo como uma real alternativa de transporte. Nossa expectativa é contar com 50 quilômetros até a Copa do Mundo”, afirmou o diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari.

BikePoa – Foram implantadas 28 estações e disponibilizadas 280 bicicletas públicas a mais no sistema BikePoa somente neste ano, resultando em 38 estações e 380 bikes. Já são mais de 300 mil viagens realizadas e 75 mil cadastros no site http://www.mobilicidade.com.br/bikepoa.asp desde o início do sistema. 

Algumas dicas importantes de segurança para os ciclistas:

• Transitar onde há ciclovias. Onde não há, utilizar o bordo da via e no sentido do fluxo.
• Respeitar sempre o pedestre, não transitando sobre calçadas.
• Respeitar sempre a sinalização de trânsito, como semáforos e faixas de segurança, por exemplo.
• Próximo de conversões e cruzamentos, redobre a atenção, reduza a velocidade e, sendo necessário, pare a bicicleta, evitando possíveis acidentes.
• Ao pedalar, utilize sinalização noturna dianteira, traseira, lateral e nos pedais.
• Utilize equipamentos de segurança, como capacetes, óculos, luvas, além de roupas (claras e que permitam uma maior mobilidade) e calçados adequados.
• Mantenha em dia a manutenção das bicicletas.

Além dessas dicas, os condutores de veículos motorizados devem sempre respeitar o ciclista e seu tempo de deslocamento, guardando uma distância mínima de 1,5 metro.

Tuesday, December 3, 2013

Quase um ano após o início da gestão atual, a realidade dos ciclistas não se alterou, e eles precisam se aventurar em um trânsito caótico e sem segurança.

Tida como fundamental para o desenvolvimento econômico, humano e social, a chamada mobilidade urbana ganhou grande destaque nos programas eleitorais de 2012. Em seu plano de governo, o prefeito Marcelo Rangel estabeleceu como uma das propostas “a implantação de ciclovias nas principais artérias da cidade visando dar segurança ás pessoas que se utilizam desse meio de transporte através de projeto adequado às condições viárias e topográficas da cidade. 

Implantação de ciclovias em praças que comportem, para o incentivo a pratica do ciclismo como forma de transporte alternativo”, no entanto, quase um ano após o início da gestão atual, a realidade dos ciclistas ponta-grossenses em nada se alterou e com poucas condições de segurança, eles ainda precisam se arriscar em um trânsito caótico, com mais de 160 mil veículos.

Informações: Jornal da Manhã

Friday, November 8, 2013

A Secretaria de Turismo e Lazer, em parceria com a Secretaria de Mobilidade e Controle Urbano, finaliza nesta sexta-feira a instalação de 16 novos bicicletários em vários pontos do Recife. Cada equipamento comporta 10 bicicletas.

Para escolher o local de instalação foi feito um estudo com o objetivo de oferecer uma infraestrutura mais adequada para a locomoção e estacionamento das bikes. São dois equipamentos no Cais da Alfândega (no trecho próximo ao Paço Alfândega, no Bairro do Recife), dois no Parque 13 de Maio (Santo Amaro), um na Rua da Aurora (na Boa Vista, próximo ao estacionamento de carros, perto da escultura de caranguejo metálico), um na Praça das Cinco Pontas (no Bairro de São José, onde fica o Forte das Cinco Pontas), um na Praça Sérgio Loreto (que cruza a Avenida Dantas Barreto, no bairro de São José), dois na Lagoa do Araçá (Imbiribeira), dois no Parque da Jaqueira, dois no Sítio Trindade (Casa Amarela), um na Praça de Boa Viagem e dois no Parque Dona Lindu (Boa Viagem).

Os bicicletários foram doados pelo Itaú, vencedor do chamamento público realizado no início deste ano para operacionalizar a Ciclofaixa de Turismo e Lazer.

Friday, November 1, 2013

Após sucesso de inscrição no projeto Salvador Vai de Bike, até o próximo dia 03, a cidade ganhará mais 15 pontos de bicicletas compartilhadas. No sábado (02) uma ciclovia será inaugurada no bairro do Comércio e as estações em diversos pontos da cidade.  Ação tem como objetivo incentivar a cultura de andar de bicicleta pela cidade. Atualmente, as estações estão fixadas no Campo Grande, Barra, Praça da Piedade, Castro Alves, e Jardim Apipema.
De acordo com informações da Prefeitura de Salvador, as novas estações ficam nas regiões da Avenida Centenário, Corredor da Vitória, Praça Bahia Sol, Parque Cruz Aguiar, Largo da Mariquita, Amaralina, Rua Ceará, Praça Marconi, Praça Nossa Senhora da Luz, Parque Costa Azul, Jardim de Alah, Boca do Rio, Patamares, Avenida Pinto de Aguiar e Imbuí.
A faixa, que começa na Bahia Marina, passa pelo Mercado Modelo e chega aos Fuzileiros Navais, funcionará das 7h às 16h, além de operar regularmente aos domingos e demais feriados. A ciclofaixa que vai do Campo Grande ao Centro Histórico funcionará no sábado, das 7h às 16h, contando com sinalização e monitoramento, garantindo segurança aos condutores.

O vereador Euvaldo Jorge (PP) foi um dos defensores para instalação de uma das ciclovias no Imbuí. “O Imbuí detém características ideais para implantação do Salvador Vai de Bike, pela extensa área de lazer. Além de incentivar as pessoas a se deslocarem de bicicletas para distâncias de pequeno percurso, reduzindo os congestionamentos cotidianos, o Projeto ajudará na promoção de hábitos saudáveis de vida, combatendo o sedentarismo, uma das minhas plataformas de atuação”, afirmou o líder do PP na Câmara. Os usuários poderão utilizar as bicicletas todos os dias, das 6 às 22 horas.

A meta da prefeitura é alcançar, até o final do ano, 40 estações de bicicletas compartilhadas, que devem ir desde o Comércio até a Orla Atlântica. Após o lançamento do projeto (22/09), a boa aceitação foi percebida. Em menos de duas horas o site para credenciamento no sistema público de bicicletas compartilhadas teve  300 cadastros realizados e 86 passes vendidos. Além das estações e ciclovias, também serão instalados paraciclos, para os ciclistas guardarem as bicicletas.

Antes de utilizar as bicicletas é preciso realizar cadastro no site e pagar uma taxa anual de R$ 10, através de cartão de crédito. Cada usuário terá um prazo de 40 minutos para usufruir da bicicleta, caso o tempo seja extrapolado R$ 5 será cobrado a cada meia hora de atraso. A devolução da Bicicleta pode ser realizada em qualquer estação disponível.

Informações: Tribuna da Bahia

Thursday, October 31, 2013

As obras para construir o trecho oeste da ciclovia do Rio Pinheiros começam na segunda-feira, 4, e devem durar 90 dias. A informação foi repassada ao Estado pelo promotor de Habitação e Urbanismo Mauricio Antonio Ribeiro Lopes, que se reuniu na tarde desta quinta-feira, 31, com representantes do Metrô de São Paulo para discutir as soluções necessárias para garantir o deslocamento dos ciclistas na via exclusiva, que precisará ficar dois anos parcialmente interrompida para a construção de um trecho da Linha 17-Ouro, um monotrilho.

No início deste mês, diversos cicloativistas se mobilizaram para forçar o Metrô a oferecer alternativas de traçado durante a interrupção para as obras da Linha 17, que fecharão a ciclovia entre as Pontes João Dias e Cidade Jardim. A decisão inicial do governo do Estado de bloquear a via sem opções foi encarada como polêmica por quem utiliza a ciclovia para trabalho ou lazer.


Participaram da reunião desta quinta-feira, na sede do Ministério Público, no centro da capital, além do promotor, a gerente jurídica do Metrô, Alexandra Leonello Granado, o gerente do empreendimento da Linha 17-Ouro, Eduardo Curiati e Ivan Piccoli, chefe de departamento de projeto executivo da Linha 17-Ouro.

Os funcionários do Metrô foram apresentar à Promotoria o que julgam ser a melhor alternativa para resolver a interrupção daquele trecho. Ribeiro Lopes havia pedido há algumas semanas para que a empresa estudasse um meio de garantir o fluxo de bicicletas pela ciclovia, mesmo com as obras do monotrilho.

Segundo a ata do encontro, obtida em primeira mão pelo Estado, "foi aceita pelo Ministério Público a justificativa apresentada pelo Metrô sob os argumentos técnicos, econômicos e de segurança que das três soluções apresentadas para a transposição do Rio Pinheiros a que melhor acomodava o conjunto de interesses e direitos dos afetados seria a de interrupção da ciclovia pelo prazo de dois anos".

Fonte: Estadão

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Tuesday, September 17, 2013

Inspirado em cidades como Paris e Nova Iorque, Salvador receberá, no próximo dia 22, cerca de 400 bicicletas para integrar ao Movimento Salvador Vai de Bike, iniciativa da Prefeitura com parceria com o Banco Itaú, para implantar um sistema de compartilhamento. 

As bikes devem ser distribuídas em 40 estações, localizadas em pontos estratégicos na cidade, da Ribeira até Itapuã. O sistema funcionará através de um cadastro e um pagamento anual de R$ 10. 

Os usuários terão direito a usar o serviço das 6h às 22h, quantas vezes quiserem. Porém, cada bicicleta só poderá ser utilizada durante 45 minutos. Depois, ela deve ser devolvida ou trocada por outra em alguma das estações.

Informações: Metro 1

Sunday, September 15, 2013

A chuva da última quinta-feira tornou ainda mais difícil uma tarefa nada simples: sair do centro do Recife em direção à Zona Sul em horário de pico. De carro, bicicleta, skate, patins e até a pé, 15 voluntários do Desafio Intermodal (DIM) 2013 partiram às 18h do bairro de Santo Antônio em direção a Boa Viagem. No quesito tempo, a bicicleta levou a melhor. Os carros — um comum e um táxi — tiveram desempenhos pífios. Até Tarcizio Gouveia, que fez o percurso correndo, chegou antes dos automóveis. 

A competição entre veículos, no entanto, é o que menos interessa na discussão levantada pelo Movimento Direitos Urbanos e pelo Observatório do Recife, organizadores do evento. Às vésperas da Semana da Mobilidade, que começa nesta segunda-feira e vai até o dia 22, os que se aventuraram pelas ruas da cidade naquela noite chuvosa ajudaram a comprovar - mais uma vez - que o verdadeiro desafio do Recife é conseguir ser, de fato, intermodal.


Uma hora e meia após a largada, todos os participantes já haviam chegado ao destino final. Sob uma chuva fria que não dava trégua, sobravam críticas ao trânsito, às calçadas, à educação dos motoristas, ao lixo acumulado na cidade, à falta de informação nas paradas de ônibus em todo o trajeto de cerca de 9,5 km. Motoristas estressados colocavam em risco ciclistas que, sem infraestrutura cicloviária satisfatória, tentavam ocupar o lugar que o Código de Trânsito Brasileiro lhes reservou nas ruas e avenidas. Sem informações sobre os horários dos ônibus, usuários do transporte público estão condenados a perder tempo. Primeiro na parada. Depois, no trânsito. No Recife, o básico está em falta.

Um dia antes do desafio, o Diario fez o trajeto escolhido pela maioria dos participantes do DIM, passando pelo Cais José Estelita e pela Avenida Domingos Ferreira para sair da Praça da Independência, no bairro de Santo Antônio, e chegar ao Shopping Recife. No percurso, encontrou Edvaldo José do Nascimento, porteiro de 53 anos. Ele é um dos milhares de ciclistas que o Recife teima em manter invisíveis. Todos os dias, Edvaldo pedala cerca de uma hora, do Ibura, onde mora, ao Pina, onde trabalha. Segue devagar, pelo canto direito, prestando atenção ao fluxo do trânsito e aos buracos. “Se tivesse ciclofaixa, seria bem melhor”, disse. 

Informações: Diário de Pernambuco

A rua Ana Bilhar vai receber uma ciclofaixa unidirecional, com extensão de dois quilômetros e largura de 1,8 metro. Na segunda-feira, 16, começa a implantação, que será feita pela Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e de Cidadania (AMC).

No início de agosto, integrantes do grupo Massa Crítica pintaram uma ciclofaixa autônoma na via. O corredor, entretanto, foi apagado pela Prefeitura.

Após acerto entre a AMC e cicloativistas, outras ruas e avenidas da Capital também vão receber ciclofaixas. A ação, inicialmente, estará concentrada nos bairros Aldeota e Meireles, mas a intenção é levar o projeto para outras áreas.

Ciclofaixas são espaços pintados no chão, sinalizando por onde os ciclistas devem trafegar. Têm custo menor que as ciclovias, pois utilizam basicamente tintas e tachões. As ciclovias são separadas fisicamente das vias destinadas aos veículos por canteiros ou muretas.

“A coleta de dados foi concluída. No momento, está sendo realizado relatório com o diagnóstico desse estudo. Após definição das vias que serão contempladas, o projeto entrará no cronograma de execução”, informou a AMC. O custo para a implantação do projeto não foi definido. Critérios como baixo tráfego de ônibus e vias de sentido único foram observados. Hoje, Fortaleza possui apenas uma ciclofaixa, na rua Benjamim Brasil, na Maraponga.


Na última quinta-feira, 12, O POVO apresentou dicas para quem quiser andar de bicicleta. Um dia antes, o jornal debateu as sugestões para o Plano Diretor Cicloviário Integrado, documento que vai estabelecer ações e mapear locais que necessitam de ciclovias.

Semana da mobilidade

Para discutir temas voltados à mobilidade e à utilização de bicicletas, a Associação dos Ciclistas Urbanos de Fortaleza (Ciclovida) vai realizar a Semana da Mobilidade, entre os dias 16 e 22 próximos.

Segundo o arquiteto Paulo Angelim, um dos organizadores, é possível incluir a bicicleta como transporte no dia a dia. Ele destaca a mobilização “bike ao trabalho”, que acontecerá na quinta-feira, 19. “Vamos incentivar a criação de roteiros e formação de grupos para ir de casa ao trabalho”, explica.

A também arquiteta e integrante do Ciclovida, Beatriz Rodrigues, é uma das responsáveis pelas ações educativas. Durante a programação do evento serão realizadas panfletagens nas ciclovias das avenidas Bezerra de Menezes e Washigton Soares, além de ações nos terminais de ônibus. “Vamos conversar com os ciclistas. Muitos cometem infrações por falta de conhecimento da legislação”, diz. (Isabel Costa)

Informações: O Povo Online